sexta-feira, 11 de março de 2016

Inveja da Argentina? Sim podemos ter ...


Hoje, mais uma vez, vou reproduzir uma coluna de alguém que pensa, e pensa assim como eu, que pensa sobre a atualidade do nosso Brasil comparando-o com outros países, para podermos ter tato com o que se faz em outras economias.

No caso presente com quem a comparação?

Com a Argentina!

E quando faz isso, esse liberal que, sem medo de polêmica ou da patrulha da esquerda “politicamente correta”, analisa os principais acontecimentos do país e do mundo com independência, focando em economia, política e cultura, faz com maestria.

Vamos ao texto, publicado no BLOG /  RODRIGO CONSTANTINO em  :

Essa coluna de Renato Follador resume muito bem o abismo que tem sido aberto entre Argentina, sob o liberal Mauricio Macri, e o Brasil, sob a socialista Dilma:

Em somente dois meses na presidência da Argentina, Maurício Macri retirou todas as restrições de importações, zerou o imposto de exportação de trigo, milho e carne, e reduziu o da soja, automóveis e motos. Mesmo assim, a arrecadação aumentou.
Denunciou o acordo com o Irã, expulsou médicos cubanos sob a justificativa de que não financiaria ditaduras enganando a população com uma pseudo assistência médica. Demitiu 19 mil comissionados, desmontou a “Ley de Medios” e anunciou que vai pagar todas as dívidas dos importadores argentinos, no total de US$ 5 bilhões, 80% delas com exportadores brasileiros.
Na semana passada, ainda quitou US$ 2,3 bilhões com credores italianos e conseguiu deságio de 30% para pagar a parcela restante de US$ 9 bi com fundos “abutres”. A Argentina voltou ao mercado mundial de capitais, depois de 10 anos de kirchnerismo, em que foi a leprosa do mundo.
Há duas semanas, investidores internacionais fizeram fila em Davos para falar com ele.
Enquanto isso, no Brasil, o Congresso parado sob o comando de dois denunciados e a presidente, sustentada por um partido esfacelado pela contradição e pela corrupção, reafirma sua incompetência, arrogância e impopularidade para fazer as reformas necessárias.
Mais uma vez se confirma a tese de que governos são resultado da qualidade e da visão estratégica de seus governantes.
Nunca pensei que teria inveja da Argentina.
Nem eu! Mas é inevitável quando analisamos a segunda derivada, a direção dos eventos na margem, as mudanças em cada país. O Brasil segue na rota bolivariana socialista, com um governo corrupto aumentando impostos e destruindo a economia. A Argentina, depois de se livrar de sua “Dilma bocuda”, de colocar Cristina Kirchner para correr, vem adotando várias medidas corretas sob a batuta do empresário liberal Mauricio Macri. E os resultados já são evidentes.
Tem uma coisinha só, bem chata para a esquerda, que precisa ser lembrada de tempos em tempos: o liberalismo sempre funciona, o socialismo sempre fracassa. Sempre! E não será diferente nos casos do Brasil e da Argentina. Enquanto os argentinos respiram aliviados com as medidas de seu novo presidente, o Brasil petista acaba de ser rebaixado uma vez mais, pela Moody’s. Ou seja, fica mais difícil ainda das empresas brasileiras se financiarem para investir. E ainda vem mais imposto aí…
Ou o Brasil troca logo de comando, ou vamos afundar de vez! Faça sua parte, indo às ruas protestar no dia 13 de março. Nós também podemos ter um Macri no governo!!!
Rodrigo Constantino

Gostaram? Muito bom!, não é mesmo?
Boa sexta-feira, bom final de semana!

 Eli dos Reis,
de Ribeirão Preto.





Rodrigo Constantino:
Economista pela PUC com MBA de Finanças pelo IBMEC, trabalhou por vários anos no mercado financeiro. É autor de vários livros, entre eles o best-seller “Esquerda Caviar” e a coletânea “Contra a maré vermelha”. Colaborador do jornal O GLOBO. Preside o Conselho Deliberativo do Instituto Liberal.
Material disponível em:

Acessado em 11 de março de 2016, 13h19min.

domingo, 24 de janeiro de 2016

O asceta de Garanhuns - Editorial do Estadão

O Antagonista em 21 de janeiro tomou a liberdade de reproduzir na íntegra o Editorial do Estadão, que o nomeou de "O asceta de Garanhuns", que mostra e fala tudo o que eu gostaria de ter dito.
Por isso, tomo a liberdade de reproduzir os dois: O Antagonista que reproduz o Estadão.
É um bom material. Boa leitura ...


O atrevimento de Lula
Brasil 21.01.16 12:00

Tomamos a liberdade de reproduzir na íntegra o editorial do Estadão intitulado "O asceta de Garanhuns", sobre a fala indecorosa de Lula, ontem, para uma plateia formada na maioria por blogueiros pagos com dinheiro público -- a única "imprensa" que Lula admite, na sua visão autoritária, fisiológica e coronelista de poder:

O asceta de Garanhuns
21/01/2016 | 02h55

“Se tem uma coisa que eu me orgulho, neste país, é que não tem uma viva alma mais honesta do que eu. Nem dentro da Polícia Federal, nem dentro do Ministério Público, nem dentro da Igreja Católica, nem dentro da Igreja Evangélica. Pode ter igual, mas mais do que eu, duvido.” Lula continua achando que o brasileiro é idiota. Reuniu ontem blogueiros amigos para um café da manhã em seu instituto e, a pretexto de anunciar que vai participar “ativamente” do próximo pleito municipal, aderiu pessoalmente – já o havia feito por intermédio de seu pau-mandado Rui Falcão – à campanha promovida por prósperos advogados e seus clientes, apavorados empresários e figurões da política, para desmoralizar a Operação Lava Jato, que procura acabar com a impunidade de poderosos corruptos.

Lula conseguiu escapar penalmente ileso do escândalo do mensalão e, por enquanto, não está oficialmente envolvido nas investigações sobre o assalto generalizado aos cofres públicos. Os dois casos juntam-se numa sequência das ações criminosas que levaram dinheiro sujo para os cofres do PT e aliados e “guerreiros” petistas como José Dirceu, José Genoino e Delúbio Soares para a cadeia.
O que é inacreditável é que, como presidente da República e dono do PT, Lula não tivesse conhecimento do mensalão e do petrolão que desfilavam sob seu nariz. Assim, é notável o atrevimento – talvez mais estimulado pelo desespero do que por sua índole de ilusionista – com que o personagem, que ficou rico na política, se apresenta como monopolista das mais prístinas virtudes.
Só mesmo alguém empolgado pelo som da própria voz e pelas reações da plateia amiga cairia no ridículo de se colocar como referência máxima e insuperável em matéria de honestidade. “Pode ter igual, mas mais do que eu, duvido.”
Apesar de inebriado com as próprias virtudes, Lula encontrou espaço para a modéstia – infelizmente de braços dados com a mendacidade, que alguns chamam de exagero retórico – ao se referir ao combate à corrupção. Fez questão de dar crédito a sua sucessora, deixando no ar a pergunta sobre a razão pela qual os petistas esperaram oito anos, até que o chefão deixasse a Presidência, para se preocuparem com os corruptos: “O governo criou mecanismos para que nada fosse jogado embaixo do tapete nesse país. A presidente Dilma ainda será enaltecida pelas condições criadas para punir quem não andar na linha nesse país”. E arrematou, falando sério: “A apuração da corrupção é um bem nesse país”.
Lula não se conforma, no entanto, com a mania que os policiais e procuradores têm de o perseguirem, obstinados pela absurda ideia fixa de que ele tem alguma coisa a ver com a corrupção que anda solta por aí: “Já ouvi que delação premiada tem que ter o nome do Lula, senão não adianta”. Ou seja, os homens da Lava Jato ou da Zelotes não vão sossegar enquanto não obrigarem alguém a apontar o dedo para o impoluto Lula. Mas, confiante, o chefão do PT garante que não tem o que temer: “Duvido que tenha um promotor, delegado, empresário que tenha coragem de afirmar que eu me envolvi em algo ilícito”.
Lula falou também sobre a fase mais financeiramente próspera de sua carreira política, quando, depois de ter deixado o governo, na condição de ex-presidente faturou alto com palestras aqui e no exterior patrocinadas por grandes empresas. Explicou que é comum ex-chefes de governo serem contratados para transmitir suas experiências ao mundo. Quanto a palestrar no exterior para levantar a bola de empreiteiras que para isso lhe pagam regiamente, Lula tem a explicação que só os mal-intencionados se recusam a aceitar: “As pessoas deveriam me agradecer. O papel de qualquer presidente é vender os serviços do seu país. Essa é a coisa mais normal em um país”.
De fato, é muito louvável que um ex-presidente da República se valha de seu prestígio para “vender” os serviços e produtos de grandes empresas brasileiras aptas a competir no mercado internacional. Resta definir quando essa benemerência se transforma em tráfico de influência.
“Nesse país”, porém, qualquer um que manifeste dúvidas em relação à absoluta integridade moral do asceta de Garanhuns é insano ou mal-intencionado."



Gostaram?

Vale a apena ler, não valeu?
Boa noite, boa semana a todos ...


Eli dos Reis,
de Ribeirão Preto.




O Antagonista, acessado em 24/Jan/2016, 22:30hs, disponível em:





.

sexta-feira, 25 de dezembro de 2015

NOEL DE ROUPA NOVA


Marilene Marques
Interrogativos pensamentos permeiam a mente infantil que nem sempre fala, mas a tudo observa, sem que os adultos se deem conta disto. É também assim quando nos damos conta de uma dura verdade.
Aquela movimentação natalina começa a ter vários sentidos!
Contraditório ao extremo, tudo parece confuso, tal qual a Torre de Babel. Ninrode é descendente direto de Noé, caçador perverso, fundador e primeiro rei de Babel. De Babel nasceu a Babilônia e hoje lá está o Iraque.
Sabedora de que o filho Ninrode perdera a vida numa batalha ou atacado por uma fera, enlutada, criou o costume de levar presentes e alimentos, depositados debaixo de uma frondosa árvore.
Afirmam alguns que foi daí que surgiu o uso de árvores no período de Natal. O fato é que as árvores agora, não são naturais, ficam dentro das casas, bem ornamentadas por coloridas e brilhantes bolinhas, com suas decorações inovadas a cada ano.
Noel vem do francês (latim): natalis (nascimento). Com suas variantes, foi fácil introduzir a figura de Noel com o nascimento de Jesus e ser o mais esperado e lembrado no período.
Papai Noel ou Pai Natal (“Noël” é natal em francês) é uma figura lendária que, em muitas culturas, traz presentes aos lares de crianças “bem comportadas”. Sua lendária figura pode ter sido originada em parte aos nicolaítas, seguidores de Nicolau (citado no Livro de Apocalipse), e, quase idêntica a uma lenda atribuída ao folclore grego e bizantino a Basílio de Cesareia, quando trocam presentes.
Natal comemora o nascimento de Jesus!
Pois bem, Noel entrega presentes no mundo inteiro, na mesma hora a todas as crianças. Usa um trenó com nove renas, desce por chaminés e cada lenda define uma morada fixa para o mesmo, seja no Polo Norte, Lapônia, Finlândia e assim por diante.
Suas vestes e gorro verdes foram trocados pelo cartunista Thomaz Nast pelo vermelho e branco. White Rock Beverages (1915) o tinha feito para vender água mineral. Tornou a recorrer ao visual para um anúncio de ginger ale (refrigerante de gengibre) em 1923. Ainda mais cedo, o simpático e sorridente gorduchinho, vestido no atual traje vermelho e branco já tinha aparecido em várias capas da revista “Puck” nos primeiros anos do século 20.
Em 1931 uma empresa estrangeira usa a mesma imagem em seus vasilhames numa grande campanha publicitária e assim o bom velhinho não trocou mais de roupa chegando ao Brasil para ficar e ocupar o trono como o mais forte símbolo e motivo sequencial do Natal.
Se o cartunista Thomas Nast mudou-lhe os trajes do verde vascaíno para o vermelho e branco, logo os brasileses* também podem trocar-lhe as cores e estilo de suas vestes, por uma bermuda verde, camisa de malha leve verde e amarelo combinando com o gorro, que poderia ser um boné; finas luvas e meias brancas a critério do freguês; botas por tênis azul anil; uma mochila maneira combinando com as cores do País.
Isto seria totalmente revolucionário para os nossos dias!
Há bastante tempo existe certa posição de que se ensine crianças a não acreditar em Papai Noel. Alguns cristãos estão certos de que a tradição desvia as crianças das origens religiosas e do propósito verdadeiro do Natal.
Os mais críticos e nada místicos sentem que a figura é uma mentira elaborada e que é eticamente incorreto que os pais ensinem os filhos a crer em sua existência. Ainda outros se opõem a Noel como um símbolo da comercialização do Natal, ou como uma intrusão em suas próprias tradições nacionais.
Cada um tem a sua opinião. E o suposto bom velhinho continua ganhando prestígio, trono conquistado, mesmo com os vários inimigos. Criticado por suas vestes de inverno, usadas num clima quente, tropical como o Brasil, ninguém toma a iniciativa de mudanças.
Preconceituoso, os presentes são SÓ PARA CRIANÇAS OBEDIENTES, como se as demais não tivessem necessidades, desejos e sentimentos. Logo, podemos concluir que todas as crianças pobres não são obedientes, porque seus pais não podem lhes presentear sob a patente financeira de um Papai Noel estrangeiro, que mais parece vovô com seus trajes fora de época.
De característica mística, o brasileiro gosta e sempre procura novos mitos, para alimentar suas ilusões e crendices, ficando vulnerável ao engano e trapaças. Assim nasceu esta Nação Brasilêsa** (* **Nota Prof. José Carlos Bortoloti).
Nativos com os olhinhos brilhantes contemplando os colares e outros apetrechos, oferecidos pelos “colonizadores”. Logo após chegaram os olhares amedrontados pelo destino desconhecido, encurralados, sem nenhuma perspectiva para o futuro e no peito o sonho da liberdade, ainda que fosse a morte. Olhares estes que trouxeram riqueza ao Brasil, como máquina de produção, e, a mistura fina de um povo com seus inconfundíveis traços e epiderme macia de incomparável cor e beleza.
Não diferente disto, até hoje continuamos iludidos pelo misticismo de belos contos, vivendo aos pés de um reinado. Reis, rainhas, príncipes e princesas com seus inesquecíveis romances e selfies. Todas as atenções voltadas para o que se passa no palácio e o povo nas aldeias, trabalhando como lenhadores e outras tarefas pesadas, vivendo em extrema miserabilidade… Como os contos de fadas… Felizes para sempre!
A maldosa credulidade vem da infância, ensinada pelos impiedosos e imaturos adultos. E crescemos embebidos de expectativas, fazendo apostas em jogos de azar, ensinando nossas crianças a acreditar num lendário senhor, no período natalino, com suas vestes quentes, em pleno verão brasileiro, sem trazer deveras nenhum presente a nossas crianças.
Confiantes em homens inexistentes, que vivem de aparências, desde ídolos do futebol a artistas, com suas atraentes imagens fotográficas e televisivas, da senzala cultivamos o comportamento de ilusória esperança de bem estar “em que se plantando, tudo dá”.
Lembremo-nos de que hoje não se usa mais sacos vermelhos nas costas, mas sim, maletas, malas, mochilas, bolsas, cuecas de dinheiro, abarrotadas da clandestinidade, da corrupção. Curvamo-nos diante das mentirosas promessas que, nos leva até ao chão diante de fraudes obedecendo às leis de muitos Noeis e suas famílias, com caras de avós, bisavôs, tataravôs e não de papai, devido ao longo tempo que estão no poder, cuja bala distribuída não é doce.
E assim, inertes nem reparamos que vivemos de faz de conta, de mentirinha. As filas para “uma fezinha” crescem, aumentando os lucros de gananciosos banqueiros, tal qual aumenta a nossa miséria de credulidade. Nossos centavos ficam nas máquinas registradoras dos comerciantes e tacitamente concordamos, passando a cúmplices.
Natal vai, Natal vem e não nos danos conta do custo de vida danoso, aproveitando-se desta data, para que uma suposta alegria invada as mentes, com gastos além das posses, contraindo dívidas desnecessárias, agonizando a nossa alma de desejos e satisfações materiais, emocionais e nunca de confraternização como irmãos que somos.
E ainda, quer em casa, andando ou no trabalho, ouvimos cumprimentos de “Feliz Natal”, até mesmo de governantes, artistas e de várias pessoas que nos cercam, mas que, no entanto nos massacram em todos os demais 364 dias do ano.
Que este Natal não nós seja apenas um cenário de brilhantes ornamentos natalinos, mas sim, também, mais um motivo de lançar fora a viseira que nos cega desde criança, nos fazendo de crédulos, mesmo sabendo do engano.
Que seja também mais um motivo para deixarmos a subserviência e sina escravagista, por mais um dos motivos de nossa alegria, confraternização verdadeira, certos de que só há vitórias diante das lutas.
Deixemos que toda honra e toda glória sejam dadas ao verdadeiro aniversariante do dia!

by Marilene Marques






REPRODUÇÃO 

Publicado por Marilene Marques em Dezembro 19, 2015 em Grupomoney.br ... Painel Express no endereço https://grupomoneybr.wordpress.com/2015/12/19/noel-de-roupa-nova/ 

.


sábado, 5 de dezembro de 2015

Quando DILMA fala, morro de vergonha!


Muitos brasileiros quando vêm um pronunciamento de DILMA, ficam convencidos que ela não está não está com faculdades mentais normais.

Eu, cá do meu lado, quando ela se pronuncia, fico extremamente envergonhado.

Uma vergonha imensa de ver uma anta como ela falando asneiras e futilidades para o mundo inteiro ver, ouvir e ficar imaginando como devem ser os brasileiros que a tem como presidente e teoricamente, estão abaixo dela.

Que bom que a teremos à frente do Brasil por mais um breve tempo.

O Vice também não é lá um exemplo de dignidade e ausência de corrupção, mas é o caminho que temos que trilhar, por um tempo, no nosso compromisso de passar o Brasil a limpo.

Para DILMA, para LULA que sempre está por trás de tudo e para o marqueteiro do governo, em tudo que a presidente faz e fala, tem sempre que citar um culpado.

Nos tempos de LULA o problema era FHC e a elite branca.

Já na "era Dilma" o problema a ser combatido, era inicialmente, Aécio e a crise mundial, passando agora a ser Cunha e a oposição.

Quem nada faz para o país andar, preocupa-se tão somente em arrumar um culpado para a desgraça dos brasileiros.

Aliás, essa é a marca registrada dos incompetentes corruptos.


Lembremo-nos de Chaves e de Maduro: a grande façanha deles é e será sempre arrumar o culpado da vez para levar a culpa das desgraças da Venezuela.

Simples assim...



Eli dos Reis,
de Ribeirão Preto.




PS: Em minha cidade vivemos a pior administração pública dos últimos!
Ribeirão Preto está igual ao Brasil: Administrada por uma mulher, corrupção por todos os lados e nada funciona adequadamente.




sexta-feira, 27 de novembro de 2015

Assim está o nosso país: Sem cabeça, sangrando, debatendo-se não se sabe até quando!


Quando eu era um mero adolescente, uma vez em férias na casa de meus avós, no interior do Estado, fui "ajudar" meu avô a matar umas aves para serem assadas num forno a lenha, para as festas de final de ano.

Acontece que, para um garoto criado na capital que só conhecia bem os frangos nos freezers de supermercados, matar um frango era coisa folclórica.

E lá fui eu ...

... dois ou três frangos depois, meu avô pega um pato, mas um pato daqueles enormes, para ser levado ao forno com um tempero especial para o melhor dos assados.

Como era demasiado grande o comentado pato, não tive forças suficientes para segurá-lo após ter sido degolado.

Ocorreu um fato que agora comparo com a situação do Brasil de Dilma na atualidade:

O pato, sem cabeça, começou a correr, sangrando, batendo nas paredes e cercas do cercado das aves, até cair desfalecido depois de sangrar demasiadamente.

Assim está o nosso país: Sem cabeça, sangrando, debatendo-se não se sabe até quando!



Eli dos Reis,
de Ribeirão Preto.

terça-feira, 24 de novembro de 2015

Mudar a Argentina (por Míriam Leitão)


Excelente análise de Míriam Leitão, que como sempre nos traz, de uma forma lúcida e clara, os dados que nos mostram que o nosso Brasil terá jeito se deixar de lado essa mania de fazer tudo às avessas enquanto dominado por uma equipe corrupta, de um partido dominado por um ladrãozão, que de forma descarada e inconsequente, continua a se utilizar de políticas pouco recomendáveis.
Brasil, vamos seguir o rumo que a Argentina está nos indicando!


Boa leitura,



Mudar a Argentina

POR MÍRIAM LEITÃO
O presidente eleito da Argentina, Maurício Macri, terá um duro trabalho pela frente para tirar o país da crise. Ao fazer um movimento para resolver um problema, piorará outro. A desvalorização do peso elevará ainda mais a inflação. A suspensão do controle cambial pode esgotar as poucas reservas que tem. Seu maior aliado será a volta da confiança, depois de uma década de políticas econômicas equivocadas.
A Argentina está com inflação alta, câmbio artificial e controlado, tarifas reprimidas, economia estagnada, falta de reservas cambiais, conflitos com os credores, déficit nas contas públicas. Por isso, a principal pergunta ontem na primeira entrevista era sobre o nome do ministro da economia. Macri avisou que cinco ministros farão parte do conselho econômico. Evidentemente, o ministro da Fazenda será o decisivo neste conselho, mas o que ficou claro é que não haverá um superministro.
Além da estagnação com inflação elevada, em torno de 30%, o país enfrenta uma crise cambial. Precisa controlar a compra interna de dólares, sob pena de queimar o pouco que resta de suas reservas. Há quatro anos, quando Cristina Kirchner tomou posse no seu segundo mandato, o Banco Central argentino tinha US$ 47,8 bilhões de reservas. Hoje, tem US$ 25,3 bi. Desde janeiro, as reservas caíram 17%. Se for excluído o empréstimo concedido pela China e o que a Argentina terá que pagar a credores, o número cai para US$ 4 bilhões, segundo a equipe de análise do Itaú Unibanco.
O governo de Cristina Kirchner vinha tentando conter a desvalorização do peso, para não pressionar ainda mais a inflação em ano eleitoral. O país não tem acesso a crédito, porque está fora do mercado, e também sente os efeitos da queda dos preços das matérias-primas. Há menos entrada de dólares, seja pela via comercial, seja pela via financeira.
O economista-chefe para América Latina do Banco BNP Paribas, Marcelo Carvalho, explica que o ajuste será duro. Além da desvalorização da moeda, terá que acabar o represamento de preços públicos, principalmente na energia elétrica. Outro ponto crucial é conseguir um acordo com os credores da dívida.
— O novo presidente precisa negociar com os chamados holdouts. Isso é essencial para que o país volte a ter acesso ao mercado, possa se financiar, e atenuar a crise cambial — explicou Carvalho.
A equipe de análise do Itaú Unibanco espera uma desvalorização do peso em torno de 20% até o final do ano. Por isso, a projeção para inflação subiu para 32% em 2016, dos atuais 28%. A estimativa para a taxa de juros também foi elevada, de 23% para 30%, o que fará o país ter uma recessão de 0,5% no ano que vem, depois de estagnação este ano.
Outro desafio do novo presidente é resgatar a credibilidade dos números, depois de anos de intervenção no instituto de estatísticas, o Indec. O mercado tem indicadores sempre diferentes, seja para o crescimento, seja para a inflação na Argentina. Recentemente, o governo argentino lançou um novo índice de inflação que aproximou a taxa oficial dos cálculos feitos pelo mercado. Mesmo assim, será preciso ter mais transparência e independência no instituto oficial.
Uma grande preocupação dos economistas argentinos é a crise brasileira. O Brasil é o principal parceiro comercial do país e grande comprador de produtos industriais. Com a nossa recessão, haverá menos demanda por produtos argentinos, o que vai dificultar a recuperação.
Há um desentendimento com o Brasil com hora para acontecer. Durante o último debate, Maurício Macri disse que defenderia a suspensão da Venezuela do Mercosul por descumprimento da cláusula democrática. E perguntou se o candidato do governo assumiria o mesmo compromisso. Agora que ganhou, Macri terá que levar adiante o que apresentou ao adversário como desafio. Ontem, na primeira entrevista, ele reafirmou o que havia dito.
Macri terá pela frente uma conjuntura difícil. Mas, se conseguir injetar otimismo, terá meio caminho andado. Há exportações contidas, à espera de uma nova taxa de câmbio e da redução dos impostos sobre exportação que foram criados pelo governo Kirchner. Só isso já ajudaria a aumentar a entrada de dólares. A grande vantagem de Macri é que ele pode propor mudanças porque foi eleito para isso.

Excelente, não?

Eli dos Reis,
de Ribeirão Preto.

Publicado originalmente no endereço:
Acessado em 24Nov2015, 17h05min.

segunda-feira, 16 de novembro de 2015

MENSAGEM PÓS 15 DE NOVEMBRO!


"Há algo de errado no mundo quando caçar um animal silvestre pode levar uma pessoa para a cadeia, mas destruir toda uma bacia hidrográfica, provocar a morte de mais de uma dezena de pessoas, assorear rios caudalosos, extinguir espécies inteiras, deixar meio milhão de pessoas sem água potável é punido só com multa. O problema, obviamente, não é o tipo de punição dada ao caçador" José Roberto de Toledo

Concordo plenamente com esse articulista do Estadão.

Mas assim é o nosso país.

Em Brasília, milhares e milhares de pessoas em caravanas do Brasil inteiro estão acampadas pedindo mudanças imediatas na política do país, inclusive, exigindo a renúncia da presidente.

Estão sendo maltratadas pela polícia e, incrível, pelo MST, que se comporta lá como "um braço policialesco" do PT. Caravanas forram barradas nas estradas, pelo MST que pararam as rodovias, ato que segundo a presidente traria punição e multas a quem o fizesse.

Mas, nesse governo do PT é assim, eles podem fazer o que quiserem, desde que seja para defender a quadrilha.

Para protestar contra, não pode.

Sobre os fatos de Brasília as mídias impressas e televisivas não dão uma linha mostrando fatos reais. Quando diz algo é minimizando ao máximo, sem esclarecer nada.

A presidente, que já não governa mais, aliás, alguns dizem que nunca governou, não diz uma palavra sobre isso. Prefere falar de Paris, fazer graça com dois feridos levemente, enquanto em Mariana-MG, OITO PESSOAS MORRERAM NAS LAMAS e QUINZE ESTÃO DESAPARECIDAS. Ela, com uma semana de atraso, sobrevoou de helicóptero, sem nem um pouso sequer para se aproximar dos desabrigados.

Seu governo está envolvido numa briga de unhas e dentes com o Senado e a Câmara, fazendo negociatas para se manter no governo. Como os dois presidentes daquelas casas, Renan e Cunha, tão ou mais envolvidos na corrupção e ladroagem da Lava Jato que os petistas, nota-se ser uma briga de gangues. Será uma negociação tipo me mantenha aqui na presidência que os mantenho lá em seus postos, mediante acerto com as bancadas.

Imaginem o custo disso. Claro, ou alguém acha que os senadores e deputados irão apoiá-los assim de graça. E haja mais estatais para suportar mais desvios e manter essas quadrilhas organizadas em seus postos.

Tudo isso para que o PT continue no governo, ainda que sem governar, apenas se defendendo, até as próximas eleições e, segundo eles, Lula voltar como salvador da pátria.

Aliás, a volta de Lula eu já previa assim que Dilma foi eleita.

Vamos esperar, e orar, que é o mínimo que podemos fazer.

Além disso, podemos ir orientando aos eleitores mais humildes com a realidade do que anda ocorrendo no n osso país, pois, com certeza, o que acontece aqui no dia-a-dia real não é isso que é propalado nas TVs e Jornais vendidos.

Desculpem-me o desabafo.

É que ontem foi 15 de Novembro, e o fato que é comemorado nesse dia anualmente, me fez pensar muito ontem e ficar com dó do nosso país e de nós brasileiros.


Mas, repito, assim é o nosso país.

Os brasileiros continuarão vendo novelas na emissora que não diz uma palavra das manifestações que ocorreram ontem em Brasília e grande parte de cidades no país.

Pátria amada, salve, salve...




Eli dos Reis,
de Ribeirão Preto.



domingo, 15 de novembro de 2015

Brasil, 15 de Novembro de 2015 - Esse Partido já era. Lula já era. Dilma, bem esta nunca foi.


Estas imagens foram selecionadas por mim nas redes sociais, neste domingo, dia 15 de novembro de 2015, para eu ter registrado em meu blog algumas fotos dos acontecimentos em Brasília.

Alguém poderá perguntar: Porque?

Respondo: Simplesmente porque as mídias impressa e televisiva ignoraram totalmente estes acontecimentos.

Ignoraram mais, ignoraram a ação intencional do policiamento e do MST, barrando os deslocamentos de pessoas e veículos que se dirigiam à Capital Federal para aderirem ao movimento Pró-Impeachment.

Uma ação estúpida bem típica da forma de democracia que um partido político que tem à frente uma corja de corruptos, envolvidos em denuncias de propinas e roubos às estatais.


Porque ninguém na emissora do PT pode vir fazer cobertura?


Porque ninguém na emissora do PT pode vir fazer cobertura?

A seguir, um registro da ação dos apoiadores de Lula e Dilma, trabalhando em troca de benesses de um governo corrupto:


Polícia armada de Dilma.

O que nos consola, ao vermos fatos tão lamentáveis no nosso país, é que tudo o que tem acontecido de ruim, a ladroagem, a corrupção e a mentira, tem mostrado aos brasileiros que não dá mais para votar nem apoiar um governo que tenha em seu bojo os integrantes deste Partido dos Trabalhadores.

Esse Partido já era.

Lula já era.

Dilma, bem esta nunca foi.


Eli dos Reis,
de Ribeirão Preto.


.