quarta-feira, 8 de julho de 2026

Ribeirão 170 anos: excelência no topo, colapso na base



Hoje vou repostar o artigo de um eminente empresário ribeirão-pretano, detentor de grande prestígio e consideração pelas diversas atividades e empresas que comandou enquanto esteve envolvido.

Foi executivo em diversas empresas ao longo de sua vida empresarial. Em cada uma de suas áreas de atuação, desenvolveu conglomerados industriais.
Destacou-se nos setores de bens de capital à frente da Zanini Equipamentos Pesados SA, indústria de bebidas com a Refrescos Ipiranga, e no setor agroindustrial dirigindo a Usina Santa Elisa.

Recentemente publicou um artigo referindo-se à cidade onde sempre esteve atuante, Ribeirão Preto, referindo-se à educação básica pública do município. Área que de a muito tempo, tem chamado a atenção dos cidadãos de bem do município.

Mas, não vou discorrer muito sobre seu artigo.

Convido todos que leiam suas considerações a seguir:




Ribeirão 170 anos: excelência no topo, colapso na base.

Maurílio Biagi Filho


Há algo profundamente errado em Ribeirão Preto. E talvez o mais grave seja que muita gente ainda não tenha percebido ou tenha preferido não perceber. A cidade que ostenta hospitais e medicina de excelência, universidades respeitadas, agronegócio bilionário, tecnologia, pesquisa, riqueza e protagonismo nacional está fracassando justamente naquilo que define o futuro de qualquer sociedade: a educação básica pública.

Chegamos aos 170 anos celebrando títulos, rankings e indicadores positivos de qualidade de vida. Em levantamento recente do IPS (Índice de Progresso Social), apareceu entre as melhores do Brasil para se viver entre os municípios com mais de 500 mil habitantes, atrás apenas de Curitiba entre todas as capitais e grandes cidades avaliadas.

O orgulho é legítimo. Ribeirão construiu uma história admirável baseada em trabalho, empreendedorismo, inovação e capacidade de transformação. Tornou-se referência nacional em saúde, ciência, tecnologia, agronegócio e formação profissional. Mas justamente por conhecermos o potencial da cidade, é impossível deixar passar esta data tão simbólica sem chamar atenção para um problema sério, urgente e que precisa mobilizar toda a sociedade. Que qualidade de vida é essa quando milhares de crianças não conseguem aprender português e matemática no nível mínimo esperado?

A pergunta é incômoda, mas os dados são irrefutáveis. Existe um abismo escondido atrás dos prédios modernos, dos condomínios fechados, dos congressos médicos, das feiras de agronegócio e dos discursos otimistas sobre desenvolvimento. Porque enquanto uma parte da cidade prospera, outra está sendo silenciosamente desamparada dentro das salas de aula.

O contraste se torna ainda mais cruel quando se observa a realidade do ensino privado da cidade. Ribeirão Preto abriga algumas das escolas mais sofisticadas do país, com estruturas de primeiro mundo, metodologias importadas, tecnologias estrangeiras, ensino bilíngue, intercâmbios internacionais e mensalidades altíssimas. Enquanto uma parcela dos jovens tem acesso ao que existe de mais moderno na educação global, milhares de crianças da rede pública ainda lutam para alcançar competências básicas de alfabetização.

O jornalista Cristiano Pavini, por meio de levantamentos, análises e estudos publicados pelo portal Farolete, pelo Instituto Ribeirão 2030 e repercutidos inclusive pelo Jornal da USP, vem há anos alertando para o agravamento dos nossos indicadores educacionais. Os números são alarmantes e incompatíveis com a grandeza de Ribeirão Preto. Apesar de me recusar a acreditar nisso, as estatísticas mostram com clareza e falam por si só.

No Indicador Criança Alfabetizada, a rede municipal registrou em 2025 um dos piores desempenhos do estado de São Paulo. No Saresp, Ribeirão despencou para posições constrangedoras em português e matemática entre centenas de municípios paulistas. Milhares de jovens chegam ao Ensino Médio carregando defasagens enormes. Muitos entram praticamente condenados a disputar a vida em desigualdade permanente.

E aqui está a pergunta que deveria constranger toda a cidade: como Ribeirão Preto consegue formar médicos, pesquisadores, empresários e cientistas reconhecidos internacionalmente, mas falha em ensinar uma criança a ler, interpretar um texto e resolver operações básicas? Isso não é apenas um problema administrativo. É um colapso social em câmera lenta.

Porque nenhuma cidade permanece rica, forte ou desenvolvida quando abandona sua base educacional. Não existe potência econômica sustentada sobre analfabetismo funcional. Não existe futuro competitivo quando parte da juventude cresce sem acesso mínimo ao conhecimento.

Talvez a maior contradição de Ribeirão Preto esteja justamente aí: a cidade admira seus títulos de excelência enquanto ignora a deterioração silenciosa da educação pública municipal. E essa enfermidade não começou agora. Desde 2011, os indicadores globais do IDEB apresentam estagnação ou retrocesso na rede municipal. Trata-se de um problema estrutural que atravessou governos, discursos, gestões e promessas.

A verdade é dura: Ribeirão Preto está produzindo uma geração inteira de crianças e adolescentes que talvez jamais consigam alcançar o próprio potencial porque o sistema falhou com elas. E quando uma cidade falha com suas crianças, ela falha consigo mesma.
E Ribeirão possui praticamente tudo aquilo que outras cidades gostariam de ter: universidades fortes, pesquisadores, arrecadação relevante, capital humano qualificado, influência política e capacidade técnica. Falta menos estrutura do que coragem. Coragem para admitir que a situação saiu do aceitável. Coragem para abandonar medidas superficiais e meramente midiáticas. Coragem para transformar educação em prioridade absoluta e permanente.

Talvez tenha chegado o momento de Ribeirão Preto reconhecer aquilo que muita gente evita dizer em voz alta: a educação básica pública está na UTI, respirando por aparelhos.

Esse problema não pertence apenas ao prefeito Ricardo Silva, à Secretaria da Educação ou aos professores. Pertence à cidade inteira. Pertence ao setor empresarial que reclama da falta de mão de obra qualificada. Pertence às universidades, que precisam se aproximar mais da rede básica. Pertence às famílias, às entidades de classe, às igrejas, à Câmara Municipal, à defensoria pública, enfim, à sociedade…

Claro que reconhecemos os muitos motivos para comemorar os 170 anos do município, que possui relevância regional e nacional, mas entendemos que amor verdadeiro por uma cidade também significa reconhecer seus problemas com honestidade e responsabilidade. Por isso, é necessária esta reflexão.

Mas também nesse aniversário temos que cumprimentar todos os ribeirão-pretanos que ajudaram, e ajudam, a construir a força econômica, social e humana desta cidade extraordinária. Cumprimentarmos carinhosamente também o nosso atual prefeito Ricardo Silva, que talvez tenha diante de si uma das missões mais difíceis e transformadoras da história recente da nossa cidade. Além do legado que já está construindo, sua gestão pode ser marcada por uma reviravolta épica na educação básica…é jovem e inteligente!

Temos a plena consciência de que educação é um setor complexo, desafiador e cercado de obstáculos. Muitos outros governantes já tentaram avançar nessa área e encontraram limitações, resistências e enormes dificuldades. Mas toda grande transformação começa justamente quando alguém decide enfrentar aquilo que parece impossível.

Existe uma frase popular que diz que, quando se está na lanterna, não há mais como cair: só resta começar a subir. E talvez esse seja o momento de Ribeirão Preto encarar a realidade. Pior do que está, dificilmente pode ficar.

Toda crise gera oportunidade. E talvez a maior oportunidade desta cidade esteja exatamente em promover uma verdadeira revolução na educação básica pública. Mas isso exigirá prioridade absoluta, coragem política, mobilização social, determinação e disposição para enfrentar desgastes inevitáveis. Toda mudança séria provoca desconforto e inevitavelmente descontenta muita gente. Toda ruptura com modelos antigos gera resistência.

Os próximos 170 anos de Ribeirão Preto não serão decididos apenas pelo agronegócio, pela medicina, pela tecnologia ou pelo empreendedorismo. Serão decididos dentro das salas de aula. E a pergunta que fica é inevitável: Ribeirão Preto terá coragem de encarar essa verdade agora ou continuará empurrando com a barriga enquanto o futuro fica comprometido diante de seus olhos? E tem uma outra pergunta importante, como uma cidade que tem um índice de qualidade de vida tão alto pode ter ainda 100 comunidades, popularmente conhecidas como favelas, com condições precárias de sobrevivência? Mas este é um assunto para um próximo artigo.




Maurílio Biagi Filho, Empresário

Contato: assessoria@maubisa.com.br




Artigo republicado com prévia autorização e mediante consulta.

-er. 08/07/2026

quinta-feira, 28 de maio de 2026

CV, PCC, INSS, MASTER e YPÊ acabarão com a reeleição de Lula?

 

Quando, nas eleições na Venezuela, o “candidato MADURO”, vendo que perdia na votação, para uma oposição sofrida e perseguida, e que, a continuarem as apurações teria uma derrota humilhante, sem pensar duas vezes, mandou suspender as apurações e declarou-se vencedor, eu dizia aos mais próximos de mim, esquerdistas e direitistas, que Lula não hesitaria em fazer a mesma coisa aqui no Brasil, com a cara mais lavada do mundo, dizendo estar defendendo a democracia.

Os esquerdistas davam um sorriso de aprovação, já os de direita, diziam que eu estava louco.

De lá para cá, muita coisa mudou, não para o lado bom, infelizmente para o lado torpe da perseguição de Alexandre e seu STF corrompido, num governo esquerdista e ideológico ao extremo, de comportamento de uma ditadura sem disfarces.

A esquerda brasileira de há muito perdeu seu escrúpulo, tornou-se em ditadura sem disfarces, assombrosamente arrogante, para o lado mau e antidemocrático ao extremo.

Como tudo, sempre tende a piorar, a corrupção andava de vento em popa, com o achaque aos aposentados vindo à tona de forma avassaladora, mas, o governo e Lula, tentando fazer vistas grossas, como se nada fosse tão alarmante quanto roubar de idosos frágeis e ignorantes.

A coisa andava escandalosamente avacalhada pelos lados de Lula. Sua parentela, irmão, filho, nora, seus amigos, colegas de partido, enfim, toda sua gangue envolvida na roubalheira sem fim, do dinheiro dos idosos e idosinhas aposentados, que dependiam desses trocados que recebiam todo mês.

Mas, a volúpia em roubar esses infelizes era tanta, parecendo que para o governo, era coisa insignificante. Até que as apurações começaram a tornar-se consistentes contra o filho Lulinha, que esse fato fez com que o presidente dissesse para quem quisesse ouvir, o que vai a seguir.

Principais pontos da fala de Lula (texto com reprodução de IA):

  • Cobrança de explicações: Lula afirmou ter chamado Lulinha ao Palácio do Planalto para cobrar explicações sobre sua relação com Antônio Carlos Camilo Antunes, o "Careca do INSS", apontado como operador do esquema.
  • Posicionamento sobre investigação: Lula declarou: "Se tiver filho meu metido nisso, ele será investigado" e "vai pagar o preço se estiver envolvido", ressaltando que a lei deve ser aplicada a todos.
  • Conversa particular: Relatou ter dito ao filho que apenas ele sabe a verdade e que, se houvesse algo errado, ele teria que assumir as consequências e se defender.
  • Defesa da investigação: Lula afirmou que o escândalo foi descoberto pelo seu governo através da Controladoria Geral da União (CGU) e da PF.

Após todas essas falas, Lula passou, com todo seu séquito de seguidores, a tentar jogar as responsabilidades da roubalheira do INSS ao seu antecessor Presidente Bolsonaro. O filho suspeito de participar, evadiu-se do Brasil, estando morando hoje na Espanha, onde, inclusive, já tem até empresa registrada. Com certeza tem usado dinheiro roubado dos idosos brasileiros, para uma vida tranquila em solo espanhol.

Como era de se esperar no Congresso Nacional, não se conseguiu dar andamento na CPI DO INSS, com os aliados de Lula fazendo o possível e o impossível para barrar as investigações. E até agora, têm conseguido. Não se consegue dar andamento no Congresso, e no STF não deixam as apurações se aprofundarem.

Terrível, não?

Mas, tem mais, enquanto tudo isso aqui descrito acontecia, um outro escândalo se aprofundava e explodiria na cara de todo mundo: Banco Master.

E este, com número muito maior de governistas, ministros, esposas e parentes de ministros, políticos do Centrão, da Esquerda, do Palácio do Planalto, enfim, quase todos eles, se não estão envolvidos, tem algum “chegado” lambuzado até o pescoço. Àqueles que estranharem o termo, deixo aqui uma explicação (usando para tanto uma visão geral criada por IA): "meu chegado" é uma gíria brasileira popular usada para se referir a um amigo próximo, camarada, parceiro ou confidente. A expressão denota intimidade, carinho e confiança, sendo sinônimo de alguém muito ligado a você por convivência ou afinidade.

Nos meus escritos, tenho me referido à grande aglomeração de envolvidos nesse escândalo, como facção criminosa, formada principalmente por políticos de mau caráter, e, pasmem, até integrantes de facções criminosas tradicionais, como PCC (Primeiro Comando da Capital) e CV (Comando Vermelho).

Nos últimos dias muito se tem falado que uma das pautas da agenda de Lula com Trump, era o pedido para que PCC e CV não fossem enquadradas como organizações terroristas. Justamente o presidente que as defende ao ponto de afirmar que os traficantes (das duas organizações) são vítimas dos viciados. Veja só, ele afirmou que "seria mais fácil combater os nossos viciados internamente" e que "os usuários são responsáveis pelos traficantes, que são vítimas dos usuários também. Entretanto, aqui no Brasil fala em combate ao tráfico, e assim, de olho nas eleições, Lula lança mais um pacote contra o crime organizado. Será mais um faz de conta para estar bem frente ao governo de Trump e fazendo de conta que combaterá seus aliados das facções criminosas.

Estas duas, mais a facção PT, formam o que de pior se tem no nosso Brasil atualmente.

Ser mau caráter deixou de incomodar aqueles que o são, quando exposto à sociedade. Para falar a verdade, parece que se sentem enaltecidos por estarem envolvidos com a ladroagem. No Master, a coisa aumentou pelos lados do STF, com envolvimentos de Alexandre de Moraes e esposa, José Antônio Dias Toffoli e parentes, Gilmar Mendes, e outros do STF, que com o aprofundamento das investigações, deverão ser acrescentados na lista de intocáveis lambuzados.

Não obstante Toffoli tenha segurado o mais que pode as investigações, devido ao grande clamor por apurações, o próprio STF numa atitude que nunca foi explicada, tirou o caso de suas mãos e passou para as mãos do Ministro André Mendonça.

Com Mendonça à frente, as apurações começaram a importunar de forma avassaladora, Moraes e Toffoli, que andam querendo, a qualquer custo tirar o protagonismo de André, já que as investigações da Polícia Federal, a cada dia que passa, complica cada vez mais os dois “Figurões Masterianos”.

Já Lula faz o que pode para jogar mais este caso nas costas de Bolsonaro, abriu uma grande política para “fritar” Toffoli e Moraes, porque tenta não ver sua candidatura ser vinculada a mais esta roubalheira desenfreada no seu governo. Interessante notar que, “nunca na história de um país” um governante, seu partido e seus aliados estivessem envolvidos em tantos escândalos e roubalheiras sem fim, com tamanho volume de dinheiro roubado, de tantas entidades e pessoas. Pessoas estas as mais carentes e necessitadas do país: Os aposentados, inválidos, viúvas e por aí vai.

Ao lado do andamento das investigações dos casos “Roubalheira dos Aposentados” e “Banco Master” temos visto a tentativa desesperada de Lula se desvincular de ambos os episódios para tentar chegar ainda limpo às eleições. Nesta ênfase de se limpar, ele tentou nos dias recém passados, uma ação estratégica a nível internacional, qual seja ser recebido por Trump para marcar uma movimentação de força, frente ao um país que ameaça a soberania do Brasil.

Assim, divulgou sua iniciativa, partiu para a ação, viajou, e... Bingo!

Deu tudo errado!

Sua viagem virou fiasco. Não conseguiu uma coisa muito simples a qualquer normal, que seria dar um abraço. Trump se esquivou desse intento do presidente, fez a pedido uma reunião a portas fechadas, não houve, para atender Lula, a entrevista ao final do encontro, ficando para nosso presidente fazer um pronunciamento fiasco, a jornalistas pré-definidos pela equipe presidencial com perguntas escolhidas previamente.

Resumo da ópera: Somente Lula acredita que os brasileiros o estejam considerando um Estadista. Coitado.

Regressando ao Brasil, novo escândalo. A Ypê tem seus produtos suspensos pela Anvisa mediante acusações esquisitas, mas que, em ato contínuo a fabricante bolsonarista, conseguiu suspender, sem precisar recolher os lotes denunciados.

Mais um dia e vem a suspeita de tentativa de favorecimento aos produtos da Minuano, que pertence à Flora, empresa dos irmãos Batista, da J&F. Este assunto ainda está repercutindo, nas mídias sociais muita coisa está sendo comentada e muito mais ainda virá, pois, esses dois irmãos sempre estão sendo ajudados pelo presidente e integrantes de seu governo. Justamente um governo que sempre diz que tira dos ricos para dar aos pobres, sempre faz o contrário, é sempre o trabalhador que “dança com as atitudes de Lula”.

Em todos os escândalos até aqui abordados, notou-se um grande esforço do presidente em manter certa distância dos fatos, não se pronunciando sobre os casos, e quando o faz, quando diz algo sobre, sempre usa em sua fala a intenção de “jogar a culpa no colo do presidente que o antecedeu”, como se nada tivesse a ver com ele, presidente atual.

A intenção clara e evidente é a de não macular sua imagem em virtude das eleições de outubro. Mas não está conseguindo sucesso. As pesquisas não param de ser feitas e Flávio Bolsonaro já tem 48,1% e Lula soma 40,3% no segundo turno em São Paulo, diz Paraná Pesquisas, segundo matéria publicada no Estadão, seção Conteúdo, em 18 abr2026- 16h43, (atualizado às 17h41).

Ainda segundo o Estadão, no primeiro turno, os dois candidatos aparecem em empate técnico, com vantagem numérica para o senador.

Com tudo isso acontecendo, os brasileiros não acreditando mais no atual governo como nunca aconteceu, com o STF todo enrolado em corrupção deslavada, o TSE nas mãos de um Ministro que, segundo se diz, não é de esquerda, com Trump pressionando e o caso do Banco Master bombando, Lula está vendo sua candidatura indo pelo ralo.

Numa visão geral criada por IA, a possibilidade de o Presidente Lula desistir da reeleição em 2026 é debatida nos bastidores políticos, com aliados e analistas considerando essa opção caso pesquisas indiquem alta rejeição e risco de derrota. Segundo a Gazeta do Povo, existem até possíveis substitutos caso ele não seja candidato:

Camilo Santana: Atual Ministro da Educação e ex-governador do Ceará.

Fernando Haddad: Atual Ministro da Fazenda, ex-pior prefeito de São Paulo e candidato do PT à presidência em 2018; e

Geraldo Alckmin (PSB): Atual Vice-presidente, ex-governador de São Paulo.

Mas, embora outubro ainda esteja um pouco longe, muita coisa poderá acontecer até lá e quem sabe o eleitor não leve em conta essa roubalheira generalizada e até vote em Lula, contrariando as pesquisas e a ideia geral de que o CV, o PCC, o INSS, o BANCO MASTER e a YPÊ teriam força para acabar com a reeleição de Lula.

Não custa esperar.

E torcer.

 

 

ELI DOS REIS,

de Ribeirão Preto, São Paulo.




NOTA: Este artigo de minha autoria, foi publicado no blog "O Blog do Werneck - Onde você encontra de tudo um pouco", em 22 de maio de 2026, sexta-feira, está sendo republicado aqui no meu blog, sob autorização, desde que em data posterior à publicação original naquele, onde sou articulista, com publicações regulares de opinião ou análise, nas colunas "DEPOIMENTOS & OPINIÕES" e "Economia Descomplicada".


domingo, 17 de maio de 2026

"SISBAJUD" A era do bloqueio bancário permanente chegou.

 Neste domingo a jornalista Karina Michelin, Instagram "karinamichelin", karinamichelin.com, publicou em seu perfil no Instagram, um artigo deveras preocupante.

Está aberta mais uma era de bloqueios, fiscalizações, monitoramentos, rastreamentos e confiscos aos brasileiros de bem, aqueles que produzem, trabalham e não vivem das bolsas do governo; não são aqueles que compõe as gangues de roubalheira desenfreada, ligados aos partidos políticos, ou ligados ao governo, nem fazem parte da família do presidente, normalmente envoltos em escândalos financeiros; ou, ainda, não é integrante de facções criminosas, narcotraficantes.

Estes aí acima listados, não são e nunca serão alvo das novas medidas implementadas.

A estes sempre nada acontece. Vivem livres, leves e soltos.

Bem, vamos lá à matéria da Karina:


O Brasil acaba de entrar oficialmente na era do bloqueio bancário permanente.


Entre os dias 11 e 15 de maio de 2026, o CNJ assinou acordos com bancos do sistema financeiro - incluindo Caixa, Banco do Brasil, Itaú, Nubank e XP - para implementar a nova fase do SISBAJUD, o sistema de bloqueio judicial integrado aos bancos.

O sistema agora opera com monitoramento contínuo, retenção automática de valores e rastreamento permanente de contas ligadas ao CPF do cidadão.

E o que está sendo criado vai muito além de uma simples penhora online - o seu dinheiro pode desaparecer da conta em segundos.

Salário, PIX, aposentadoria, transferência, pensão, pagamento recebido… enfim, tudo passa a ser rastreado em tempo real pelo sistema judicial financeiro.

Tudo passa a ser monitorado dentro da engrenagem automatizada do Judiciário financeiro.

O mais alarmante é que os bancos terão até 2 horas para cumprir ordens judiciais emitidas digitalmente. Ou seja; a decisão sai - e a conta pode ser parcialmente congelada quase imediatamente.

E, enquanto tribunais celebram isso como “modernização” e “eficiência”, cresce o número de relatos de brasileiros atingidos antes mesmo de conseguirem exercer uma defesa efetiva.

Na teoria, salários e verbas alimentares possuem proteção legal em diversas situações previstas no Código de Processo Civil. Na prática, primeiro o Estado bloqueia; depois, o cidadão tenta provar que precisava daquele dinheiro para sobreviver.

O que está surgindo no Brasil não é apenas um sistema eletrônico de execução judicial, o que está sendo criado é um modelo de execução judicial automatizada e massiva, conectado diretamente ao sistema bancário nacional, no qual o Estado ganha poder instantâneo sobre a vida financeira de cada indivíduo.

A digitalização da Justiça brasileira está deixando de ser apenas burocracia eletrônica e começando a assumir contornos de vigilância financeira permanente.

E o mais assustador é que isso está acontecendo diante dos olhos de todo mundo - sendo normalizado como se fosse apenas “modernização do sistema e evolução tecnológica” da Justiça brasileira...


Gostaram?


Eu como sou amante das coisas certas, gostei muito da exposção do que passa a acontecer, MAS, detestei ser uma medida que atinge apenas aqueles que são honestos, normalmente de direita, defensor de princípios cristãos, que trabalham e produzem para o crescimento do nosso país.


Como seu leitor contumaz, deixei lá no seu artigo, meu comentário:


Incrível esse nosso país, terrível esse nosso governo. Em meio às maiores aberrações jurídicas, em meio aos maiores roubos nunca apurados, desvios financeiros enormes, em meio ao total desgoverno, mais uma vez aqueles que trabalham, que produzem, enfim, que levam o país para a frente, serão bloqueados, fiscalizados, monitorados, rastreados e confiscados. Já os integrantes das facções, os componentes das gangues das roubalheiras generalizadas, roubos dos aposentados, rombos bilionários do Master, levam a vida no modo livres, leves e soltos, sem nada acontecer a eles. Sem devoluções dos roubos praticados, sem investigações sérias e sem confiscos. Esse Brasil precisa ser mudado. Precisamos de um novo Congresso Nacional e uma Reforma do Judiciário, ambas mudanças TÊM que acontecer URGENTEMENTE!


É isso!

Abraço a todos.


ELI DOS REIS,

de Ribeirão Preto, SP.



Artigo de "Karina Michelin, originalmente publicado no Instagram, "karinamichelin", karinamichelin.com, neste domingo, 17/05/2026.